Ensinar programação para crianças, é um investimento no futuro?

Vivemos em um mundo cada vez mais digital, onde a tecnologia está presente em praticamente todos os aspectos da vida. Diante disso, ensinar programação para crianças deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade. Mas não se trata apenas de formar futuros programadores e trata-se de desenvolver habilidades essenciais para a vida. Pensamento computacional: mais do que código, uma nova forma de pensar Ao aprender programação, as crianças desenvolvem o chamado pensamento computacional, que envolve a capacidade de decompor problemas complexos, identificar padrões, criar soluções passo a passo e pensar de forma lógica. Essas habilidades são valiosas não apenas na área da tecnologia, mas em qualquer profissão ou desafio da vida cotidiana. Lógica e resolução de problemas: aprendizados que vão além da tela Programar é, essencialmente, resolver problemas. Quando uma criança escreve um código e ele não funciona como esperado, ela precisa analisar, testar, ajustar e tentar de novo. Esse processo fortalece a resiliência, a paciência e a capacidade de análise crítica. São competências que ajudam na escola, nas relações interpessoais e, futuramente, no mercado de trabalho. GAMEscola: onde aprender é divertido e transformador Na Gamescola, acreditamos que o aprendizado precisa ser envolvente e significativo. Por isso, oferecemos cursos de programação voltada para o desenvolvimento de jogos, onde as crianças criam seus próprios games enquanto aprendem lógica, design e criatividade. Também trabalhamos com robótica educacional utilizando kits LEGO Education, que tornam o aprendizado ainda mais prático e estimulante. Essas experiências não apenas ensinam tecnologia, mas também promovem o trabalho em equipe, a comunicação e a autoconfiança. Ao construir um robô ou desenvolver um jogo, os alunos veem suas ideias ganharem vida e isso é poderoso. O que dizem pais de alunos da GAMEscola: “Meu filho começou o curso de programação na unidade de Curitiba e está adorando! Ele já criou jogos em 2D e 3D, e o mais legal é ver como ele se empolga em casa para continuar os projetos. A escola é acolhedora, tem fliperama no intervalo e os professores são muito atenciosos.” — Luciana Ribeiro, mãe de aluno da unidade Curitiba “A estrutura da escola é excelente, e o atendimento desde a matrícula até as aulas é impecável. Como pai, fiquei muito satisfeito com a escolha. Meu filho está aprendendo programação e já fala em seguir carreira na área.” — Carlos Eduardo Martins, pai de aluno da GAMEscola São José dos Pinhais “Meu filho sempre gostou de jogos, mas agora ele entende como eles funcionam por dentro. O curso de Unity da GAMEscola despertou nele um interesse real por tecnologia e lógica. Recomendo muito!” — Patrícia Souza, mãe de aluno do curso de Unity da GAMEscola Curitiba Esses relatos mostram que, mais do que ensinar tecnologia, a GAMEscola transforma vidas. Preparando para as profissões do futuro Segundo especialistas, muitas profissões que existirão nas próximas décadas ainda nem foram criadas. No entanto, sabemos que a maioria delas exigirá familiaridade com tecnologia, pensamento crítico e capacidade de adaptação. Ensinar programação desde cedo é, portanto, uma forma de preparar as crianças para um futuro incerto com mais segurança e autonomia. Um convite aos pais e responsáveis Se você quer oferecer ao seu filho uma educação alinhada com as demandas do século XXI, considere a programação como parte dessa jornada. Na GAMEscola, unimos tecnologia, criatividade e diversão para formar não apenas bons programadores, mas crianças mais preparadas para o mundo. Venham para a GAMEscola e juntos, vamos construir o futuro!
O Mercado de Jogos no Brasil: Da Era do Atari à Liderança na América Latina

O Brasil percorreu um longo caminho desde os tempos em que o Atari 2600 era o sonho de consumo de qualquer criança nos anos 1980. Hoje, o país é líder no mercado de games na América Latina e figura entre os dez maiores do mundo. Com uma indústria de jogos eletrônicos vibrante, o Brasil movimenta bilhões de dólares, impulsiona a economia criativa, e destaca-se pelo desenvolvimento de novos talentos e títulos que ganham reconhecimento global. O Início da Cultura Gamer no Brasil: A Era do Atari Na história dos videogames no Brasil, o Atari 2600 ocupa um lugar especial como marco inicial da cultura gamer no país. Lançado oficialmente em 1983 pela Polyvox, subsidiária da Gradiente, o console rapidamente conquistou espaço entre os brasileiros. Durante a política de reserva de mercado, que dificultava a importação de eletrônicos, surgiram clones nacionais como o Dactar, o Supergame VG-2800 e o Onyx Junior, ampliando o alcance do Atari. Essa fase foi crucial para formar a primeira geração de jogadores no Brasil e consolidar o videogame como uma forma popular de entretenimento doméstico, plantando as sementes para o futuro promissor da indústria de jogos no país. Dos Anos 1990 aos 2000: A Evolução do Mercado de Games Com a abertura do mercado nos anos 1990, o Brasil começou a vivenciar uma verdadeira revolução no consumo de consoles e jogos eletrônicos. Dispositivos como o Super Nintendo, o Mega Drive e, posteriormente, o PlayStation tornaram-se ícones culturais, marcando gerações e consolidando uma base de jogadores apaixonados. O avanço tecnológico e a chegada dos computadores pessoais nos anos 2000 revolucionaram ainda mais o panorama, permitindo o surgimento de jogos online e conectando jogadores de diversas partes do mundo. Paralelamente, os primeiros estúdios nacionais começaram a emergir, ainda modestos, mas com uma visão de longo prazo focada em conquistar mercado global. Esses elementos foram fundamentais para preparar o terreno para o Brasil se tornar, atualmente, um dos maiores mercados de games do mundo e líder na América Latina. O Brasil Hoje: Um Gigante dos Games Em 2025, o Brasil se posiciona como um dos maiores mercados de games do mundo, com mais de 100 milhões de jogadores ativos. Isso representa cerca de 82,8% da população conectada, consolidando o país como uma potência global no setor. A receita do mercado de games no Brasil deve atingir US$ 3,5 bilhões até o final do ano, evidenciando o crescimento exponencial da indústria. Preferências de Plataformas Os smartphones lideram como a plataforma preferida entre os gamers brasileiros, sendo utilizados por 40,8% dos jogadores. Consoles e PCs seguem como alternativas populares, refletindo a diversidade de opções que o mercado oferece. O Brasil nos eSports Além do consumo tradicional de jogos, o Brasil é um destaque em eSports, com milhões de espectadores acompanhando competições de títulos como League of Legends, Free Fire e Valorant. O país também conta com uma crescente base de atletas profissionais que competem internacionalmente, reforçando o papel do Brasil como líder no cenário global de jogos eletrônicos. Esses dados têm como base a Pesquisa Game Brasil 2025 (PGB), realizada pelo SX Group em parceria com Go Gamers, Blend New Research e ESPM. Empresas Brasileiras de Destaque O ecossistema nacional de desenvolvimento de jogos cresceu exponencialmente. Hoje, o Brasil abriga mais de 1.000 estúdios e 12 mil profissionais atuando na área. Alguns destaques: Wildlife Studios – Uma das maiores desenvolvedoras mobile do mundo, com jogos como Sniper 3D e Zooba. Aquiris Game Studio – Criadora do premiado Horizon Chase Turbo, adquirida pela Epic Games. ARVORE Immersive Experiences – Referência em realidade virtual, com a série Pixel Ripped. Dumativa – Responsável por A Lenda do Herói e Ordem Paranormal: Enigma do Medo, em parceria com o influenciador Cellbit. Pulsatrix Studios – Criadora do aclamado jogo de terror Fobia – St. Dinfna Hotel. Animvs Game Studio – Com sede em Curitiba, a Animvs se destaca pelo desenvolvimento de jogos multiplataforma com foco em experiências imersivas e tecnologia de ponta. Entre seus títulos estão Evoverse, Lavrynthos e Dungeon Crowley. A empresa também atua como parceira estratégica da GAMEscola, contribuindo para a formação de novos talentos e a profissionalização do setor. Jogos Brasileiros que Ganharam o Mundo O Brasil não apenas consome jogos, nós também os criamos com excelência. Diversos títulos desenvolvidos por estúdios nacionais conquistaram reconhecimento internacional. Veja a linha do tempo com os lançamentos mais emblemáticos: Linha do Tempo 2014 – Knights of Pen and Paper (Behold Studios) 2015 – Chroma Squad (Behold Studios) 2017 – No Heroes Here (Mad Mimic) 2018 – Horizon Chase Turbo (Aquiris) 2018 – Celeste (Miniboss + Matt Makes Games) 2019 – Blazing Chrome (JoyMasher) 2021 – Unsighted (Studio Pixel Punk) 2022 – Fobia – St. Dinfna Hotel (Pulsatrix Studios) 2023 – Pocket Bravery (Statera Studio) Formação Profissional e a Indústria de Jogos no Brasil Como a GAMEscola está transformando o mercado de games brasileiros. Com o crescimento acelerado da indústria de jogos no Brasil, surge uma demanda igualmente urgente por profissionais qualificados. Áreas como programação, design de jogos, arte 2D/3D, narrativa interativa, produção, marketing e até psicologia aplicada aos eSports estão em alta e carecem de mão de obra especializada. O papel da GAMEscola na formação de desenvolvedores de jogos brasileiros Nesse cenário, a GAMEscola vem ganhando destaque como um pilar essencial para a formação profissional em games. Com sede em Curitiba e São José dos Pinhais, a GAMEscola oferece cursos práticos e acessíveis voltados à formação de desenvolvedores, artistas e criadores de conteúdo para games. Além de ensinar ferramentas como Unity e técnicas de design, a escola também promove eventos, palestras e mentorias com profissionais do mercado, aproximando os alunos da realidade da indústria. Segundo o CEO da GAMEscola, André Leandro, “o objetivo é preparar os alunos não só para criar jogos, mas para viver deles”. A escola também atua como publisher, ajudando a lançar projetos autorais de seus estudantes, um diferencial importante em um mercado competitivo. A importância da profissionalização no mercado de games brasileiros A profissionalização é
Profissões do Futuro: Como a Gamescola Prepara Jovens para um Mercado em Constante Transformação

Vivemos em um mundo onde a tecnologia avança em velocidade impressionante, transformando profissões tradicionais e criando novas áreas de atuação. Nesse cenário, a formação de jovens vai muito além da sala de aula convencional. É preciso desenvolver habilidades criativas, digitais e colaborativas e é justamente aí que a GAMEscola entra em cena. Aprender criando: a receita da Gamescola Na Gamescola, os alunos aprendem de forma prática, divertida e relevante. Cada curso é desenhado para estimular a curiosidade, o pensamento crítico e a inovação, competências-chave para o mercado de trabalho do futuro. Observe como alguns dos nossos cursos contribuem diretamente para a formação de jovens, preparando-os para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades da nova economia. 🎮 Desenvolvimento de Jogos Mais que programar, os alunos desenvolvem lógica, resolução de problemas e trabalho em equipe. Ao criar seus próprios jogos, eles já começam a trilhar caminhos em áreas como TI, engenharia de software e design interativo. ✏️ Desenho e Arte 2D Aqui, a imaginação encontra propósito. Alunos criam personagens e cenários enquanto desenvolvem narrativa visual, essencial para áreas como ilustração, publicidade e design de interfaces. 🧱 Modelagem e Animação 3D Com ferramentas profissionais, os estudantes aprendem a dar vida ao digital — habilidades aplicáveis em games, arquitetura virtual, cinema, animação e experiências em realidade aumentada. 🔧 Programação em Unity Unity é um dos motores principais no desenvolvimento de jogos e experiências imersivas. Os alunos da Gamescola saem preparados para projetos reais, como a série “Vamos Brincar com a Turma da Mônica,” que contou com Nicho Pedroso na equipe, formado na instituição e que hoje ministra aulas na GAMEscola. Outro exemplo é o projeto Reproach, vencedor do edital PROAC em SP, que conta com dois ex-alunos da Gamescola na equipe (Nicho Pedroso e Alef Weimann). Além disso, haverá o futuro lançamento da Gamescola Publisher, Firefighter Gaiden, criado pelos irmãos Freddy e Lily, que se formaram na Gamescola durante a adolescência e hoje têm seu próprio estúdio, o Top Down Games. Uma nova geração de criadores Enquanto algumas escolas ensinam para o presente, a Gamescola ensina para o futuro. E mais: com paixão, criatividade e significado. Cada projeto realizado, cada protótipo criado, cada certificado conquistado é uma porta que se abre para novas possibilidades. Se o mundo está mudando, por que continuar ensinando da mesma forma? Na Gamescola, o aprendizado é uma aventura. Juntos, vamos construir o futuro!
Firefighter Gaiden brilha na gamescom Latam 2025: Um dos destaques do Panorama Brasil

A gamescom Latam 2025, realizada em São Paulo de 30 de abril a 4 de maio, foi palco de grandes revelações do mundo dos games. A GAMEscola marcou presença com seu segundo jogo comercial, Firefighter Gaiden, que já está disponível na STEAM para ser adicionado à Wishlist dos jogadores. Firefighter Gaiden no Panorama Brasil: Reconhecimento entre os melhores Um dos sete selecionados na categoria estudante do Panorama Brasil, Firefighter Gaiden se destacou entre mais de 700 inscritos, consolidando o talento do estúdio Top Down Games, fundado pelos irmãos Freddy e Lily, ex-alunos da GAMEscola. Durante os cinco dias de evento, o jogo recebeu feedbacks valiosos do público e conquistou a atenção de especialistas e visitantes ilustres. Firefighter Gaiden recebeu ótimas análises em redes sociais e sites especializados O jogo ganhou destaque na gamescom Latam, recebendo excelentes análises no Instagram e em portais especializados, que elogiaram sua proposta inovadora de metroidvania 3D, combinando exploração e combate contra incêndios em um ambiente universitário. Além disso, a equipe da GAMEscola participou do Podcast No Ar, com a presença de André Leandro, CEO da GAMEscola, e Freddy Gonçalves, da Top Down Games, onde compartilharam detalhes sobre o desenvolvimento e o futuro lançamento do game. Firefighter Gaiden: Prepare-se para o lançamento em 2026! Com apoio da Dubrasil Central de Dublagem e da PUCPR, Firefighter Gaiden está previsto para lançamento em 2026, prometendo uma experiência envolvente e inovadora para os jogadores. 🔥 Adicione Firefighter Gaiden à sua Wishlist na STEAM e acompanhe todas as novidades! 🚀
Alguns alunos que zeraram o jogo na Gamescola em 2024

Durante o ano de 2024, profissionais da Gamescola participaram de eventos importantes do universo gamer, como a Brasil Game Show e gamescom latam. Entretanto, não foram somente colaboradores que levaram o nome da Gamescola para outros lugares. Dentre todos os alunos talentosos, alguns se destacaram pelos seus projetos feitos durante as aulas, como os jogos Craby’s Bizarre Adventure e Stranger Galaxy. Confira os alunos que zeraram o jogo e inspirem-se para novos projetos em 2025. Jogo Stranger Galaxy Durante o evento Vila Nerd, que ocorreu em 28 de abril, além de Keys & Kastles, nosso estande também recebeu um jogo de outro talentoso ex-aluno: Stranger Galaxy, desenvolvido por Guilherme Kampa. As fotos do estande da Gamescola no Vila Nerd podem ser vistas aqui. Jogo Craby’s Bizarre Adventure Outro jogo que também encantou os visitantes no estande da Gamescola no RotaGeek, promovido pelo Rotary Distrito 4730, no Pequeno Cotolengo, foi Craby’s Bizarre Adventure, criado pelo aluno Enzo Daniel Madeiro. Além disso, tivemos diversas artes incríveis feitas por participantes da oficina de desenho. Confira as fotos do evento aqui. Ana Julia e Gamescola na Irlanda! Nossa aluna do curso de Inglês, Ana Julia, fará um intercâmbio para a Irlanda por meio do projeto Ganhando o Mundo. A aluna fez parte do nosso Vestibulinho Social e conquistou uma bolsa integral para estudar na Gamescola. A mãe dela nos enviou uma mensagem emocionada, que compartilhamos com muito orgulho em nosso Instagram. Irmãos Fred e Vinny na PUC Game Show Na última edição da PUC Game Show, os irmãos e alunos do curso de Desenvolvimento de Jogos e Programação em Unity, Fred e Vinny, apresentaram o jogo Fire Fighter, vencedor na categoria Jogo com Maior Potencial. Em breve, teremos novidades a respeito da continuação desse projeto. Enquanto isso, confira outras conquistas dos meninos aqui. Venha para a Gamescola! Tem algum projeto que ainda não saiu do papel e gostaria de mostrá-lo ao mundo? Fale conosco em um de nossos canais de atendimento e venha construir seu futuro!
Os diversos trabalhos de artistas de jogos

Para criar visuais, efeitos e dar vida aos personagens, o trabalho dos artistas de jogos é essencial. Mas, qual é a função dos artistas? Dentro de um estúdio, podemos ter diversos trabalhos para uma mesma profissão, cada uma focando em algo específico dentro do jogo. Aqui, vamos descrevê-las e quem sabe, te ajudar a se reconhecer em alguma delas para seguir como profissão no futuro. Artista Conceitual É o profissional responsável por criar a arte conceitual de um jogo, aquela que servirá de base para os outros artistas desenvolverem seus trabalhos. Ela mostra como será, literalmente, o conceito daquele personagem ou cenário, desenhando várias versões até chegar no produto final. Artista de Cenário O environment artist ou no português, artista de cenário, é aquele que irá construir o ambiente da história, criando modelos 3D para o cenário, criando objetos, texturas e estruturas, de uma forma que sejam integrados à narrativa proposta. Artista de Personagem São os artistas que desenham os personagens, seja em 2D ou 3D. Eles trabalham em conjunto com outros profissionais, como animadores e modeladores, para garantir que todos os movimentos e adaptações necessárias tenham coerência e fluidez. Modelador Esse artista fará o modelo do personagem, a partir do desenho do character artist, para que possa ser refletido no computador e virar uma arte 3D. Artista 3D Generalista Cria modelos tridimensionais incluindo personagens, objetos e cenários. Ele usa softwares para modelar, texturizar esses elementos, garantindo que estejam otimizados para o motor gráfico e prontos para integração no ambiente virtual. Animador O animador irá garantir o movimento dos personagens e demais elementos interativos em tela, bem como sua qualidade para que seja uma animação fluída e condizente com o estilo e proposta do jogo. Artista Técnico Responsável muitas vezes pela criação de VFX, Shaders, processos de automatização e otimização da arte para o motor gráfico e é ele também o responsável muitas vezes pela ponte entre o time de arte e os programadores e também level designers. Artista de Iluminação É o responsável por criar e ajustar a iluminação em cenas para melhorar a atmosfera, realismo e impacto visual. Eles trabalham com motores gráficos como Unreal Engine e Unity, equilibrando aspectos técnicos e artísticos para otimizar desempenho e estética. Artista de Interface O artista de interface (UI) cria os elementos visuais da interface do usuário, como menus, botões, ícones e HUDs (heads-up displays), garantindo que sejam estéticamente agradáveis e funcionais. Ele trabalha para melhorar a usabilidade e a experiência do jogador, integrando o design visual ao fluxo de navegação do jogo ou aplicação. Diretor de Arte É quem irá coordenar todos os artistas de jogos dentro do projeto. Na Gamescola, contamos com os cursos de Desenho e Arte 2D e Modelagem e Animação 3D, com instrutores experientes e referências em suas áreas. Confira aqui e matricule-se conosco.
Unity volta atrás na questão de cobranças. O que muda?

Em 2023, a Unity, ferramenta utilizada principalmente para o desenvolvimento de jogos eletrônicos, anunciou uma medida polêmica: a cobrança de uma taxa de “Tempo de Execução”, baseada na quantidade de instalações dos jogos que utilizam a engine. A regra começou a ser aplicada em janeiro de 2024 e serviu para jogos que tiveram um rendimento de 200 mil dólares nos últimos 12 meses e pelo menos 200 mil instalações. As taxas variavam de acordo com o plano adquirido por cada usuário/estúdio, que iam de 20 centavos por instalação nos planos Pessoal e Plus, até 12 centavos do plano Enterprise. Essa decisão dos responsáveis pela Unity gerou muitas reclamações entre os desenvolvedores que utilizam a ferramenta. A justificativa para a cobrança das taxas foi “fazer mais dinheiro para que possa continuar investindo na engine”, segundo o vice-presidente Marc Whitten. Entretanto, os usuários rebateram, dizendo que era mais uma forma da engine “sugar” dinheiro, visto que as mensalidades de alguns planos haviam subido recentemente. Contudo, no dia 12 de setembro de 2024, saiu um pronunciamento do CEO da Unity, Matt Bromberg, dizendo que a empresa, após muitas análises e “intensa consulta à comunidade”, decidiu cancelar essa taxa de Tempo de Execução (Runtime). A razão disso, segundo Bromberg, é evitar atritos e perda de confiança dos parceiros e usuários, que constroem, querendo ou não, a engine todos os dias, tornando-a um dos símbolos da “democratização do desenvolvimento de jogos”. Como a Unity irá trabalhar as cobranças? Para continuar gerando receita e investir em melhorias para a ferramenta, decidiram manter o modelo tradicional de cobranças, baseado nas assinaturas das licenças, inclusive para aqueles que adotarem a Unity 6, a mais nova atualização da engine. As assinaturas Personal, Pro, Enterprise terão um aumento de até 25%, dependendo da receita gerada por cada jogo desenvolvido. Por exemplo, o Unity Enterprise é obrigatório para clientes com mais de 25 milhões de dólares de receita anual total. Há também uma mudança para os planos mais simples: os usuários que utilizam o Unity Pessoal, caso gerem receita de 200 mil dólares no ano fiscal, precisam, obrigatoriamente, migrar para o plano Unity Pro. Anteriormente, a exigência era que se chegasse a 100 mil dólares. Bromberg bate o martelo, dizendo: “O cancelamento da Taxa Runtime para jogos e a instituição dessas alterações de preço nos permitirão continuar investindo na melhoria do desenvolvimento de jogos para todos, além de sermos melhores parceiros. Obrigado a todos por sua confiança e apoio constante. Estamos ansiosos por mais anos criando grandes jogos juntos.” Nosso instrutor do curso de Programação em Unity, Nicholas Pedroso se pronunciou a respeito dessas mudanças recentes: “Quando a Unity anunciou as cobranças de tarifas, nos pegou muito de surpresa, foi um tiro no próprio pé. Muitos estúdios indies de tamanhos consideráveis, anunciaram que iriam trocar de engine para o desenvolvimento dos seus projetos. Eu mesmo tive um projeto que precisou passar por essa migração, por conta da incerteza que esse novo modelo de negócios nos trouxe.” E complementa: “Agora que essa decisão foi revogada, estou mais esperançoso de que a engine melhore cada vez mais. Mesmo sendo ‘team Unity’, ficaremos sempre de olho em cada anúncio deles e como isso irá impactar a forma como eu e outros desenvolvedores trabalhamos com ela.” Para saber com mais detalhes o que muda para cada plano, acesse a nota completa aqui.
Gamescola marcou presença no Rota Geek e Vila Nerd em abril

Abril foi um mês especial para a Gamescola, no quesito eventos. Marcamos presença em dois: Rota Geek e Vila Nerd, em Curitiba. Confira como foi: ROTA GEEK A parceria entre o Rotary Distrito 4730, Celepar e Pequeno Cotolengo resultou em dois eventos, entre eles o Rota Geek, no dia 21 de abril. Este contou com uma programação repleta de jogos, fliperamas, quadrinhos e cultura pop em geral, com muitas oficinas e atividades para conhecer artistas e empresas, em um festival inclusivo e diversificado. VILA NERD O portal Vila Nerd nos presenteou, no dia 28 de abril, com o projeto Feira Vila Nerd. No espaço da Aldeia Coworking, no Shopping Estação, contamos com vários estandes com produtos geek, oficinas de jogos, concurso de cosplay, arco e flecha e artistas que representam o cenário nerd curitibano. Em ambos os eventos, apresentamos a Gamescola e nosso primeiro jogo, Keys & Kastles, em uma demonstração gratuita para os visitantes. Foi uma ótima oportunidade para todos que ainda não conhecem, conhecerem nosso trabalho, termos um contato direto com nosso público, além do networking com diversos potenciais parceiros de negócios. Participar ativamente e ajudar a construir o cenário geek curitibano é gratificante para nós, pois estamos dando os primeiros passos para mostrar que nossa cidade tem potencial e um público gigantesco para prestigiar eventos desse tipo, com uma magnitude cada vez maior. Ficamos muito honrados e orgulhosos com os convites dos organizadores. Isso nos motiva cada vez mais a continuar com nosso trabalho, mudando vidas e tornando o aprendizado ainda mais divertido e desafiador ao mesmo tempo. Já conhece nosso jogo? Keys & Kastles foi desenvolvido por um dos nossos instrutores, que também já sentou nas cadeiras da Gamescola, como aluno. Você pode comprá-lo aqui. Quer saber mais novidades e eventos da Gamescola? Fique de olho no nosso Instagram.
Jogos como atrativos para o aprendizado de crianças e adolescentes

Muitas pessoas associam jogos digitais como uma distração para os estudos, um passatempo improdutivo. Porém, não podemos fugir da inclusão digital e isso envolve trazer a tecnologia – inclusive dos jogos – para dentro da educação. Os jogos digitais podem ser muito benéficos e até mesmo atrativos para o aprendizado de crianças e adolescentes. Para mostrar isso, vamos dividir em duas categorias: jogos digitais casuais e jogos digitais educativos Jogos digitais casuais Os clássicos jogos de videogame que encontramos por aí podem ser aliados no aprendizado. Além de explorar e desenvolver habilidades como trabalho em equipe, microgerenciamento, raciocínio lógico e comunicação, muito deles podem ensinar História, como é o caso de “Assassin’s Creed” e “A Plague Tale”; questões sociais com “Life Is Strange”; Geografia na prática, em jogos de gerenciamento como “Tropico” e “Cities Skylines”; além de muitos abrirem a possibilidade do aluno estudar outro idioma, seja por darem essa opção de localização ou por simplesmente não estarem disponíveis em português. Claro, é preciso sempre dosar. A classificação etária não é somente um enfeite nos jogos. Muitas cenas, linguagens e até mecânicas de jogos podem ser inapropriadas para certas faixas etárias. Portanto, a supervisão dos responsáveis para que horários e outros limites não sejam extrapolados é fundamental. Jogos educativos Do outro lado, temos os jogos educativos, aqueles que possuem em sua narrativa os conteúdos do currículo escolar, porém, de forma mais lúdica que nos livros e apostilas. Esses jogos tornam o saber mais dinâmico e divertido para, pois no momento em que jogam e elaboram estratégias para cumprir o objetivo traçado, estão sendo os protagonistas do seu próprio aprendizado. Sabendo utilizar o videogame, tablet ou celular para unir os jogos com a educação, todo o aprendizado torna-se mais prazeroso para pais e alunos e consequentemente, o êxito nas notas e melhor absorção do conteúdo para lidar inclusive com situações cotidianas, estará bem mais próximo. Você sabia que seus filhos podem aprender mais como funcionam os jogos que tanto gostam, inclusive fazer o seu próprio? Nossos cursos podem ajudar nisso! Conheça clicando aqui.
A importância da UI, UX e acessibilidade nos jogos digitais

Ao desenvolvermos um jogo, independente da plataforma, o foco maior geralmente está nos gráficos, personagens, jogabilidade, artefatos e mapas. Ainda assim, muitas pessoas esquecem de uma área importante e que pode ser um divisor de águas na satisfação do jogador: a interface e acessibilidade, ou UX e UI. Mas afinal, o que é UX e UI? Antes de tudo, precisamos conceitualizar esses termos. UX (user experience) está ligada à experiência do usuário na utilização do produto ou serviço. Como ele irá se sentir após utilizar aquilo? Quais emoções ficarão em evidência? Ele deve observar e sacar alguma coisa? Todas essas questões estão relacionadas à UX. Já a UI (user interface) é a arte de desenhar uma interface de fácil compreensão, onde o fluxo do usuário deve ser bem entendido e não gerar dúvidas. Em um jogo, temos exemplos como: “onde ir para ver o inventário?”, “onde salvar o jogo?”, “como carregar um jogo salvo anteriormente?”, “onde clico para trocar minha armadura?” e coisas do gênero. O caminho de onde o usuário está até o ponto final deve ser de simples entendimento para qualquer pessoa que utilize o produto ou serviço. E onde entra a acessibilidade? A acessibilidade é o conjunto de UX e UI desenvolvido para pessoas com algum tipo de deficiência. Se uma plataforma, produto, serviço ou jogo não contar com legendas para deficientes auditivos, esquema de cores para pessoas com daltonismo e atividades sensoriais para deficientes visuais, por exemplo, está pecando na acessibilidade, excluindo um potencial grupo de usuários que poderia fazer uso deste produto. A importância de considerar e focar em acessibilidade Segundo dados do IBGE de 2022, no Brasil já são 18,6 milhões de pessoas acima de 2 anos de idade com algum tipo de deficiência. Uma grande parte dessas pessoas utilizam sozinhos aplicativos de banco, lojas virtuais e claro, videogames. Para tornar o jogo mais inclusivo, é muito importante que ele sirva a todas as pessoas e que gere a mesma experiência agradável, independente das configurações que o jogador utilize. Não há nada pior que um menu confuso, textos soltos e o jogador demorando para realizar ações simples como trocar um equipamento no meio do combate ou simplesmente andar para frente para iniciar uma jogada. Portanto, UX, UI e acessibilidade devem andar de mãos dadas, garantindo uma experiência satisfatória para todos os grupos, independentemente das suas limitações e habilidades. Garantindo essa fluidez, o máximo de diversão será extraído dali, gerando engajamento do seu público-alvo e consequentemente, o sucesso do seu jogo. Quem sabe seu filho ou você mesmo não se interesse em se aprofundar nessa área, que está muito em alta no mercado de tecnologia? Aqui, ensinamos você a se preparar para o futuro. Venha nos conhecer!